"Volta sempre ao lugar onde foste feliz. Mas à procura de outros tipos de felicidade, que aconteçam a outras horas do dia".
(Há dias em que ainda é impossível evitar a nostalgia ao pisar os mosaicos daquela cozinha)
Na minha cozinha o fascínio do sushi tem-se baseado na crueza. No sabor mais puro, tal qual como ele é. Sem disfarce de pitadas de especiarias. Podia até gostar do lado por vezes peganhento do arroz, mas nada como aquele aroma a verdade rude e absoluta para encher as medidas das minhas incursões em pratos experimentais.
Sempre achei que não deviamos usar filtros no que toca à partilha de cafés. E é o que faço (e me fazem a mim), numa manhã perdida no meio da semana.